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  • ISSN (online): 1678-4774
  • ISSN (printed): 1676-2444

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3 resultado(s) para: Luiz Arthur B. Silva

Pigmentações orais na síndrome de Laugier-Hunziker: relato de caso e revisão dos critérios de diagnóstico

Luiz Arthur B. Silva; Rodrigo P. Mafra; Patrícia T. Oliveira; Ana Miryam C. Medeiros; Leão P. Pinto; Éricka Janine D. Silveira

J. Bras. Patol. Med. Lab. 2018;54(1):52-56

RESUMO

A síndrome de Laugier-Hunziker (SLH) é uma rara desordem mucocutânea, de etiologia indeterminada, caracterizada por múltiplas máculas hiperpigmentadas, dispersas principalmente na mucosa oral, por vezes associadas a estrias longitudinais nas unhas. O diagnóstico requer exclusão de condições como doença de Addison e síndrome de Peutz-Jeghers. Descrevemos o caso de um paciente do sexo masculino, 34 anos, com presença de máculas hiperpigmentadas em lábios, mucosa jugal e palato, além de discretas estrias enegrecidas nas unhas dos pés. Após minuciosa investigação clínica e laboratorial, foi estabelecido o diagnóstico de SLH. Dada a ausência de queixas estéticas e sintomatologia, nenhum tratamento foi necessário.

Palavras-chave: hiperpigmentação; mucosa bucal; anormalidades da pele.

 

ABSTRACT

Laugier-Hunziker syndrome (LHS) is a rare mucocutaneous disorder, of unknown etiology, characterized by multiple hyperpigmented macules, dispersed mostly on the oral mucosa, occasionally associated with longitudinal ridging of the nails. The diagnosis requires exclusion of other conditions, such as Addison's disease and Peutz-Jeghers syndrome. We report a case of a 34-year-old male patient, presenting with hyperpigmented macules on the lips, buccal mucosa and palate, as well as mild dark striations on toenails. After careful clinical and laboratorial investigations, the diagnosis of LHS was established. Given the lack of aesthetic complaints and symptoms, no treatment was necessary.

Palavras-chave: hiperpigmentação; mucosa bucal; anormalidades da pele.

 

Epúlide de células granulares congênita: relato de caso e diagnóstico diferencial

Katianne S. Rodrigues; Caio César S. Barros; Ondina Karla M. S. Rocha; Luiz Arthur B. Silva; Marina B. Paies; Márcia Cristina C. Miguel

J. Bras. Patol. Med. Lab. 0;0(0):

Epúlide de células granulares congênita: relato de caso e diagnóstico diferencial

Katianne S. Rodrigues; Caio César S. Barros; Ondina Karla M. S. Rocha; Luiz Arthur B. Silva; Marina B. Paies; Márcia Cristina C. Miguel

J. Bras. Patol. Med. Lab. 2019;55(3):281-288

RESUMO

Paciente do sexo feminino, 16 dias de idade, exibiu lesão exofítica de aspecto nodular localizada em região anterior do rebordo alveolar maxilar desde o nascimento. A hipótese clínica de epúlide de células granulares congênita (ECGC) foi estabelecida, e a paciente foi submetida à biópsia excisional. Microscopicamente, observou-se a proliferação em lençol de células eosinofílicas com citoplasma granular em meio a um estroma de tecido conjuntivo fibroso vascularizado. A análise imuno-histoquímica para S100 evidenciou ausência de imunomarcação. A hipótese de ECGC foi confirmada e, após seis meses, a paciente não apresentou sinais de recidiva da lesão.

Palavras-chave: congênito; doenças da gengiva; tumor de células granulares; diagnóstico diferencial.

 

ABSTRACT

A 16-days-old female patient exhibiting an exophytic nodular lesion located at anterior maxilla on the alveolar ridge since birth. The clinical hypothesis of congenital granular cell epulis (CGCE) was established, and the patient underwent excisional biopsy. Microscopically, a sheet-like proliferation of eosinophilic cells with granular cytoplasm was observed in a stroma of vascularized fibrous connective tissue. The immunohistochemical analysis for S100 evidenced the absence of immunostaining. The CGCE hypothesis was confirmed and, after six months, the patient showed no signs of recurrence of the lesion.

Palavras-chave: congênito; doenças da gengiva; tumor de células granulares; diagnóstico diferencial.

 

RESUMEN

Niña de 16 días de edad, presentaba una lesión exofítica de aspecto nodular ubicada en la región de la cresta alveolar maxilar anterior desde su nacimiento. Se estableció la hipótesis clínica de épulis congénito de células granulares, y la paciente se sometió a una biopsia por escisión. Microscópicamente se ha observado una proliferación laminar de células eosinofílicas con citoplasma granular en medio de un estroma de tejido conectivo fibroso vascularizado. El análisis inmunohistoquímica para S100 reveló ausencia de inmunomarcación. La hipótesis de épulis congénito ha sido confirmada, y, después de seis meses, la paciente no mostró señales de recidiva de la lesión.

Palavras-chave: congênito; doenças da gengiva; tumor de células granulares; diagnóstico diferencial.

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