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  • ISSN (online): 1678-4774
  • ISSN (printed): 1676-2444

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Correlação e comparação de imuno-histoquímica para HER2/neu, utilizando o anticorpo SP3 com a hibridização in situ cromógena em amostras de carcinomas mamários

Franciele F. Wolf; Giuliano S. Bublitz; Henrique R. Frigeri

J. Bras. Patol. Med. Lab. 2015;51(6):407-414

RESUMO

INTRODUÇÃO: Avanços no campo da biologia molecular têm proporcionado a diferenciação dos subtipos moleculares das neoplasias mamárias, fornecendo melhor prognóstico e ferramentas importantes para a terapêutica de pacientes com câncer de mama. Entre esses subtipos, as alterações ocorridas no gene receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano (HER2/neu) amplificam o seu número de cópias e geram o aumento da proteína HER2. Estudos mostram que pacientes portadoras de câncer de mama HER2/neu amplificado tendem a ter recaída mais cedo e tempo de sobrevida menor, sendo o anticorpo monoclonal Trastuzumab a terapia indicada. A elegibilidade das pacientes para a terapia é feita inicialmente pela técnica de imuno-histoquímica (IHQ), que avalia o nível de expressão da proteína HER2. Após essa avaliação, os casos que apresentam diagnósticos equívocos (escore 2+) são encaminhados para uma técnica mais precisa, a hibridização cromógena in situ (CISH).
OBJETIVO: Analisar a sensibilidade e a especificidade do anticorpo SP3, além de determinar o seu nível de concordância com a técnica de CISH.
MATERIAL E MÉTODOS: Estudo retrospectivo no banco de dados de um laboratório anatomopatológico, em laudos de exames de CISH para HER2/neu.
CONCLUSÃ;O: Os resultados revelaram que o clone SP3 apresentou 100% de especificidade e 92% de sensibilidade. A IHQ revela variabilidade em seus resultados, porém é sabido que a técnica é uma importante ferramenta na rotina diária dos laboratórios, contribuindo na triagem inicial das pacientes portadoras de câncer de mama, que, posteriormente, mostram resultados satisfatórios quando comparados com a técnica de CISH.

Palavras-chave: neoplasias da mama; hibridização in situ; imuno-histoquímica.

 

ABSTRACT

INTRODUCTION: Advances in the field of molecular biology have provided the differentiation of molecular subtypes of breast tumors, providing better prognosis and important tools for the treatment of patients with breast cancer. Among these subtypes, the changes in the human epidermal growth factor receptor 2 gene (HER2/neu), increase its copy number and generating HER2 protein amplification. Studies show that patients with breast cancer HER2/neu amplified tend to relapse earlier and have shorter survival time, the monoclonal antibody Trastuzumab is the therapy indicated. The eligibility of patients for therapy is initially made by the immunohistochemistry (IHC) technique, which evaluates the expression level of the HER2 protein. After this evaluation, the cases with equivocal diagnosis (score 2+), are referred to a more accurate technique, the chromogenic in situ hybridization (CISH).
OBJECTIVE: To analyze the sensitivity and specificity of the antibody SP3, and determine their level of agreement with the CISH technique.
MATERIAL AND METHODS: Retrospective study in the database of the anatomy-pathology laboratory, in CISH tests reports for HER2/neu.
CONCLUSION: The results revealed that clone SP3 showed 100% specificity and 92% sensitivity. IHC reveals variability in its results; however, it is known that the technique is an important tool in the daily routine of laboratories, contributing to the initial screening of patients with breast cancer, which later showed satisfactory results when compared with the CISH technique.

Palavras-chave: neoplasias da mama; hibridização in situ; imuno-histoquímica.

 

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